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Tag: verduras

28
fev

Torta Light de Escarola (Sem Glúten)

Quem acha uma torta sem glúten de escarola sem graça, já pode mudar de ideia. Faço essa torta há muitos anos e posso dizer que com o tempo ela só melhora. É uma ótima opção para almoço, um lanche da tarde ou até um jantar leve. Eu costumo fazer com escarola, mas é possível substituir a verdura por outra como acelga ou espinafre. O importante é não cozinhar muito a verdura para manter a crocância. É bem rápido para assar e serve aproximadamente 4 pessoas. Perfeita para acompanhar uma carne assada ou grelhada.

Ingredientes:

Torta de Escarola Light - Sem Glúten

Uma boa opção para acompanhar carnes assadas ou grelhadas

  • 1 maço de escarola, acelga ou espinafre
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 1 cebola picada
  • 1 xícara de farinha de arroz
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 2 colheres de sopa de ervas (salsinha, manjericão ou cebolinha, a sua escolha)
  • 1/2 xícara de óleo ou azeite
  • 4 ovos inteiros
  • pimenta do reino e sal a gosto

Como fazer:

Refogue a cebola e a verdura no azeite, levemente. Como as verduras muitas vezes são volumosas, divida-as em duas porções e use uma colher de azeite para cada porção. Tempere com sal e pimenta do reino à gosto. Escorra o líquido que sobrar pois pode deixar a torta muito molhada ou até crua. Reserve, se possível na geladeira para esfriar um pouco e não cozinhar a massa quando vc for misturar.

Bata os ingredientes restantes, tempere a massa com sal à gosto e deixe o fermento para acrescentar por último, já com o liquidificador desligado, misturando devagar manualmente. Acrescente à acelga as ervas e a massa, misture e coloque tudo em um refratário untado com azeite e enfarinhado. Asse em fogo médio até dourar (por aproximadamente 30 minutos, dependendo do forno). Retira e sirva!

Veja também essa receita de Focaccia sem Glúten!

5
set

Um guia básico para explorar o Eataly

Nunca pisei em um dos parques da Disney. Mas tenho a minha própria Disneylândia gastronômica em São Paulo – e, para minha sorte, fica no caminho entre o trabalho e a minha casa. Só de pisar no Eataly me teletransporto para diferentes latitudes. Pode ser um vilarejo na Toscana ou para Nova York, onde conheci a rede italiana pela primeira vez. Para quem nunca passou por uma das lojas, explico o conceito: é um misto de supermercado gourmet com comidinhas, ingredientes, bebidas, livros e acessórios bacanas (e, ok, caros…). Tudo isso cercado de restaurantes temáticos por todos os lados. Tem o italiano (recorde de espera), o de risotos, o de carnes, o de peixes, o mais sofisticado… Só os restaurantes já valem um post separado (e isso já está na minha listinha!).

A proposta hoje é dar uma ideia de coisas bacanas que você pode comprar no Eataly sem ir à falência. Nas minhas visitas já saí várias vezes mega feliz com aquisições de um ticket de 30 reais. Fanática assumida, fui conhecer a loja de São Paulo na JK no dia da inauguração e estou na expectativa para a nova unidade da Avenida Paulista, prevista para o ano que vem. Posso dizer que virei tipo uma “tia Augusta” do Eataly. Cada vez que levo amigos para conhecer a loja, saio fazendo um tour e mostrando minhas aquisições preferidas, que replico aqui pra você:

Azeites no Eataly

Azeites: para saborear com a boca e com os olhos

  • Azeites
    Prefiro começar minha visita pelo primeiro andar porque aí estão as coisas mais pesadas para ir no fundo da cestinha (e as coisas frescas estão no térreo). Na área de azeites, não se assuste com os rótulos que passam dos 100 reais. Respire e siga para a opção servida nos restaurantes da casa. É da marca Cusina, e 500 ml custam pouco mais de 50 reais. Esse azeite tem um sabor bem pronunciado e fica uma delícia para molhar no pão.
  • Farinha
    Depois que fiz um curso sobre a verdadeira pizza napolitana, nunca mais consegui usar as farinhas comuns do supermercado. O resultado com as italianas, claro, é imbatível. Geralmente compro a marca 5 Staggionni. Custa uns 15 reais, e um pacote de um quilo rende umas 8 pizzas grandes (ou um montão das pequenas, que faço para comer com uma saladinha).
  • Arroz
    Outro aprendizado num curso, desta vez no Eataly mesmo, foi focar no arroz Carnaroli para fazer risoto, em vez de usar o tradicional Arbóreo, dá um resultado melhor. Mas há uma variedade imensa de tipos e marcas nas prateleiras. Dá para encontrar arroz negro e aqueles risotos artesanais prontos que a gente compra na Itália – eu amo o de limão siciliano e o de funghi.
Eataly massas frescas

Massas frescas: escolha na vitrine as opções do dia

  • Pasta
    Esqueça qualquer tentativa de se controlar ao passar pelas massas (aliás, elas estão espalhadas por diferentes áreas e andares, só para aumentar a tentação…). Divida a sua atenção em dois focos. Primeiro, analise as secas. Tem macarrão de todos os tipos, formatos e gostos, como os de Nero di Seppia, Tartufo, Olive e Funghi. Mas a estrela da casa está na parte de massas frescas. Você compra por quilo, com opções que vão do nhoque de batata ao ravióli de abóbora e o tagliatelle barbabietola (beterraba em italiano).
  • Vinhos
    Boa parte dos rótulos é overpriced (há opções que passam de 3 mil reais a garrafa…). Mas sempre dá para achar vinhos italianos e até espumantes na faixa dos 50 reais. Fique de olho também nas promoções, às vezes tem até Brunello com um desconto significativo.
  • Queijos e embutidos
    Agora estamos no térreo e por mais caro que esteja o presunto de Parma é difícil resistir a pegar uma bandejinha com algumas gramas para matar a vontade. Os salames também são incríveis. Na parte dos queijos, os meus queridinhos no Eataly são o Grana Padano (geralmente dá para encontrar pedaços bem pequenos que não matam o bolso) e o Taleggio, que é super cremoso. Mas vale ir experimentando algo diferente a cada visita.
Pão de azeitonas Eataly

Pão de azeitonas: um clássico do Eataly

  • Pães
    Se você chegar nos horários de pico com certeza vai conseguir ver o pessoal da padaria com a mão na massa. Já aviso que vai ser difícil sair sem levar algo da padaria. O pão de azeitonas é imperdível (é grande, mas dá para fatiar e congelar). Tem muita coisa bacana para explorar: o de figo, o de calabresa, as focaccias espalhadas no balcão… Até o pão de hambúrguer da casa é uma delícia – e fica perfeito com o hambúrguer vendido no açougue, bem alto e suculento.
    A última parada obrigatória, para mim, é sempre na área de frutas e verduras. Já que o pecado da gula será inevitável, que pelo menos ele venha acompanhado de muita rúcula, um pouco de tomilho e uma salada de frutas fresquinhas.

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