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dezembro 2016

16
dez

Gosta de coquetel com sakê? 3 receitas para rever seus conceitos!

Para quem imaginou que os drinks de sakê se resumem apenas a tradicional “saquerinha”, publicamos 3 opções incríveis que vão mudar os seus conceitos!

1 – Sumidagawa Boshoku: Este drink foi criado em 1995 para uma festa dedicada ao designer Tadao Nakano por Kazuo Uyeda um dos nomes mais importantes da coquetelaria Japonesa e criador de vários drinks, e da técnica Hard Shake.

Rendimento – 1 Drink

30 ml de Sake Nambu Bijin Koshu, levemente seco e ácido

30 ml Vodka

30 ml Vermute Rosé

5 ml Curaçau blue

Drink Mexido, servir em uma taça coupé e finalizar com “zest” de limão siciliano

Sumidagawa Boshoku

 

2 – Pineapple Dragon: Este drink foi inspirado no clássico Pisco Punch e usa os ingredientes do drink para ressaltar os sabores leves e frutados do Sake.

Rendimento – 1 Drink

40 ml de Sake Ryujin Dragon God  de baixa acidez

20 ml Pisco

20 ml Limão Taiti

10 ml Xarope simples 2:1

4 cubos de abacaxi

Drink Batido, servir em uma taça coupé e finalizar com “zest” de limão Taiti

Pineapple Dragon

 

3 – Dessert Martini: Este drink foi inspirado no clássico Gordons Cocktail e usa o Sake no lugar do Jerez, isso traz ao drink notas mais marcantes do Sake e um leve toque de acidez a mais que combina muito com o bitter.

Rendimento – 1 Drink

40 ml de Sake Takashimizu dessert extra doce e baixa acidez

40 ml Gin

2 Dashes Bitter de laranja

Drink Mexido, servir em uma taça Martini e finalizar com “zest” de limão Siciliano

Dessert Martini

 

Você gosta de Sakes especiais? Me pergunte eu te falo o melhor local de São Paulo para comprar!

 

Veja também essa receita de Moscow Mule!

7
dez

O tempero da Tailândia

Depois de longas horas de avião até Bangcoc não foram apenas as paisagens e a gentileza dos tailandeses que me conquistaram. Voltei (ainda mais) apaixonada pela culinária e pelo tempero da Tailândia. É uma mistura de cores, aromas e sabores difícil de reproduzir por aqui.
Em duas semanas viajando pelo país pude provar dezenas de pratos diferentes – e fazer um curso com um chef incrível também (mas isso é assunto para um post inteiro, que logo mais preparo para vocês ;-). Hoje quero falar da base e da alma dessa cozinha. Do onipresente pad thai ao marcante green curry não existe receita que não leve uma combinação de temperos – e, claro, de vários tipos de pimentas.
A cozinha tailandesa tradicional é aberta, no quintal, e ali não falta um pilão para misturar os ingredientes. Na base podem entrar alho, cebola, coentro, salsão, cebolinha, manjericão doce, gengibre, fingerroot (um primo asiático do gengibre), casca de limão Kaffir, endro. Tudo bem triturado, com força. E não acredite quando um tailandês diz que economizou na pimenta – deve ter ali pelo menos umas duas unidades de variedades diferentes, o que, para eles, realmente é pouco.
O sabor da comida tailandesa também vem da adição de várias pastas e molhos típicos, como o de peixe, de ostra, de tamarindo. E, assim como na Bahia, o leite de coco é sempre bem-vindo. Eles vendem caixinhas de um litro, como aquelas do leite longa vida. Não tem perigo de ficar encostado na geladeira.
Fried noodle

O melhor fried noodle: labaredas, numa cozinha a céu aberto, para deixar o prato bem crocante

Na longa viagem de volta vim fazendo uma retrospectiva das coisas que mais gostei de comer. Lembrei do meu primeiro green curry de frango num restaurantezinho em Bangcoc em que ninguém falava inglês (para pedir, eu apontava a foto e o número de pimentas…). Também na capital provei, durante tour gastronômico, um tipo de fried noodles (Guay Tiao Kua Gai), que era diferente dos outros, tinha uma consistência especial, super crocante (confira o preparo na foto aí ao lado). Teve também um arroz frito com abacaxi que comi à beira da praia de Lam Tong, em Phi Phi, faminta depois de horas nadando e fazendo snorkel. E, na minha última parada, em Chiang Mai, o destaque foi um frango ao curry servido no coco verde, acompanhado de lassi de manga, num lugar bem escondido, indicado pelo Trip Advisor. E tudo isso me leva a uma conclusão quase óbvia: você volta da Tailândia, mas a Tailândia vem junto com você. Na memória e no estômago.

 

 

1
dez

Alfajor de Chocolate – Sem Glúten!

Alfajor de chocolate #semglúten super crocante e delicioso!!! Temos também!!!

Ingredientes:

8 cs (colher de sopa bem cheia) de farinha de arroz (160 g)
3 cs de farinha de amêndoas (60 g)
3 cs de amido de milho (50 g)
3 cs de manteiga ghee gelado (60 g)
1 cc de goma xantana
3 cs de adoçante culinário da sua preferência  ou 5 cs de açúcar demerara
2 ovos
1 cc de fermento químico
cs # colher de sopa
cc # colher de chá
* as colheres de farinha são bem cheias, o dobro da colher de medida aproximadamente.

Preparo:

Juntos os ingredientes secos. Adicione a gordura gelada e misture com as mãos formando uma farofa, adicione os ovos levemente batidos e misture até obter uma massa homogênea. Não mexa muito com a massa, misturou bem, embale em papel filme e geladeira por no mínimo meia hora. Eu deixei de um dia para outro.
Abra a massa sobre o papel manteiga (achei mais fácil), deixando uma espessura fina como uma bolachinha.
Pré-aquecer o forno a 180 graus.
Assar por20 minutos ou até dourarem.  Deixe esfriar sobre uma grade.
O recheio pode ser doce de leite sem lactose feito em casa.
Recheie e leve ao congelador para o recheio firmar uns 15 minutos.
Derreta o chocolate de sua preferência em banho-maria (eu não fiz temperagem) e mergulhe com um garfo as bolachinhas recheadas e deixe-as sobre o papel alumínio, pode usar a mesma assadeira q usou.  Leve para a geladeira para endurecer o chocolate.
  • O papeiro em ágata (esmaltado) que você encontra aqui na loja da Wondercook é fantástico para fazer o doce de leite da receita acima, dá uma olhada! Ele também é ideal para fazer brigadeiros!